Resenha Histórica

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Empresa constituída a 24 de Maio de 1973 sob a forma de sociedade por quotas, sendo seus fundadores, os Srs. José Virgílio Eloy Godinho, António Carvalho Pais da Costa, José Júlio Rosa Eloy e José Virgílio Rosa Eloy.

A empresa adoptou o nome de Reparadora Agro-Técnica, Lda. com o capital social de 400.000$00 (quatrocentos mil escudos) e o seu objecto principal era a venda e assistência técnica dos tractores CASE no Norte do país, assim como peças e acessórios para tractores industriais e agrícolas e, ainda, a oficina de reparações de tractores multimarcas.

O co-fundador António Carvalho Pais da Costa, pelos seus conhecimentos técnico-comerciais, foi escolhido, de comum acordo, para montar e gerir a organização que, ainda hoje somos. Tal escolha deveu-se ao facto deste sócio desempenhar, há já longo tempo, estas funções na firma TRACTIL, representante exclusivo para Portugal dos tractores CASE. Infelizmente, a sua saída da firma de Lisboa coincidiu com a denúncia do contrato de distribuição, pouco tempo depois, por parte da CASE, privando esta firma do seu objectivo principal.

Tal situação, porém, não demoveu este co-fundador dos seus intentos, desenvolvendo uma oficina vocacionada para assistência aos tractores CASE, conseguindo o contrato de serviço oficial MASSEY FERGUSON e a reparação de multimarcas com venda de peças e acessórios para todas as marcas, o que cedo se tornou a firma de referência na área do Grande Porto e do Norte, em particular.

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Em meados de 1978, fez um acordo de parceria com a firma Agro-Ribatejo, propriedade dos restantes três co-fundadores, para a importação e distribuição no Norte de Portugal de material de rasto marca BERCO o que, pela sua alta qualidade e o dinamismo da firma ATREL, rapidamente se tornou no líder do mercado que ainda hoje é.

Seu filho José Virgílio Santos Costa iniciou a sua actividade na empresa em 1985 em part-time e na categoria de estagiário, continuando, então, com os seus estudos em regime nocturno. Já em 1992, com o serviço militar cumprido, voltou à empresa e foi-lhe confiado o lugar de gestor de stocks.

No ano de 1997, tornou-se sócio da empresa com uma pequena quota, no ano 2000, licenciado em Gestão, assumiu o lugar de Director Comercial e, em Agosto de 2008, adquiriu o restante capital social da empresa, ficando como único sócio de seu pai.

Uma vez que a empresa ATREL tem sempre mantido o mesmo rumo de dinamismo, correcção e seriedade, o que a catapultou no mercado do Norte, e apesar das dificuldades da conjuntura actual que, por sua vez, se reflectem com implicações graves no nosso sector de actividade, estamos confiantes em conseguir transformar a empresa ATREL numa firma nacional igualmente de referência no seu sector.

Além da marca BERCO (só Norte), distribuimos marcas de prestígio, tais como MTG, MTM, BYG, ATLAS / KRUPP e, ainda, a nossa linha registada ATR, constituída por lâminas e cantos para bulldozers. Comercializamos produtos testados por nós para podermos aconselhar a sua compra com a melhor relação preço-qualidade, tais como rastos de borracha para mini escavadoras, vedantes para hidráulicos de todas as marcas de tractores e escavadoras, cavilhas e casquilhos para baldes, bulldozers e braços de escavadoras, material de rasto, escovas para vassouras industriais, e materiais diversos para motores, sistemas hidráulicos, transmissões finais, peças e assistência técnica para martelos hidráulicos, entre outros.

A política que vigora há 35 anos na empresa foi agora ampliada para a cidade de Coimbra, onde acabámos de inaugurar a nossa primeira filial (Novembro de 2008).

No ano de 2009, demos início a um projecto, o qual já se arrastava há alguns anos, e iniciámos, assim, a construção de instalações próprias. Em Janeiro de 2013, mudámos para as nossas novas instalações sitas na Rua Eng. Frederico Ulrich, 1951, na Maia, onde nos encontramos e assinalámos os 40 anos de existência. Infelizmente, ao contrário do que idealizámos, continuamos em crise profunda, sem construção nem obras públicas, com insolvências frequentes e os clientes a serem obrigados a deslocar as suas máquinas para trabalhar no estrangeiro, faltando, por tal motivo, o trabalho nos n/ serviços técnicos, e existindo a falta de vendas de acessórios para as mesmas.

Pelo acima exposto, fomos forçados à internacionalização, abrindo uma segunda filial em Moçambique, continuando a n/ sede a exportar, principalmente, para Angola, Guiné, Cabo Verde e Polónia, entre outros. Tudo isto obrigou-nos a repensar os nossos stocks e hoje estamos preparados para corresponder de 80 a 90% dos pedidos que nos são feitos, continuando a merecer a confiança dos nossos clientes.

ORGULHAMO-NOS DO NOSSO PASSADO E ESPERAMOS TAMBÉM FAZÊ-LO COM O NOSSO FUTURO